Não namoro .
Tenho celular.
Meus pais estão juntos.
Não tenho nenhum tipo de preconceito.
Uso aparelho fixo.
Uso óculos ou lentes.
Moro numa rua com nome estranho.
Já chorei de tanta raiva.
Já dei risada em horas erradas.
Estou com fome.
Estou com sono.
Quero assistir Rebelde de novo.
Amo desenhos animados.
Minha melhor amiga é totalmente diferente de mim.
Amo tirar fotos.
Não torço para nenhum time.
Já briguei na escola.
Já chorei na escola.
Já perguntei para alguém por que ela estava chorando, mas por curiosidade.
Já caí de bicicleta no meio da rua.
Já levei bolada na cara.
Gosto de fazer cartas para meu ídolo mesmo sabendo que ele não vai receber.
Não desisto de meus sonhos, mas sei que alguns são realmente impossíveis .
Odeio funk.
Amo rock.
Gosto de música antiga.
Amo eletrônica.
Tenho um apelido realmente estranho.
Já dancei sozinha no meio da rua e não tenho vergonha disso.
Amo meu tumblr .
Já consertei as palavras e pontuações quando reblogo algum post.
(Source: eumeremexomuito)
Sandálias da Barbie viraram crocs. Rouge, Backstreet Boys e Felipe Dylon viraram Restart e Lady GaGa. Tamagoshi virou um iPhone. Beijar na boca e falar de sexo, agora é uma coisa natural para crianças de nove anos. Meninas de oito fazem progressiva e pintam o cabelo. Ao invés de assistirem TV Globinho e Nickelodeon, as crianças vão pra internet. Meninos e meninas não tem nojo entre si, eles se agarram como se tivessem 16 anos de idade. Coisas que eu só fui entender quando eu tinha 12 anos, crianças de 7 entendem na maior naturalidade. Eu pulava corda, brincava de pique-pega, pique tudo que vinha à mente. Não sabia coisa de gente grande, e tenho a maior felicidade de dizer que minha infância foi muito melhor do que a dessas crianças vai ser algum dia.
(Source: tamblerdacamilla)
Ele estava na mira. Não ousei ficar me perguntando o que ele estava fazendo em campo aberto no meio do nada, mas também não era da minha conta. Eu estava aqui a serviço. E por um acaso tinha algo mais fácil que simplesmente mirar e atirar, acabando logo com tudo?
Sim, o grande problema em atirar – ele já estava na mira – era que mesmo depois de anos, eu não tinha conseguido esquecê-lo completamente.
“É o seu trabalho, conforme-se!”, disse uma vozinha racional no meu ouvido.
Sim, esse era o meu trabalho. Acabar com os vagabundos assim que houvesse provas suficientes contra eles. Não importava se eu nutria sentimentos por um desses vagabundos ou se eu tinha que sair no meio de um jantar importante para finalizar o trabalho que outros não tinham estômago suficiente para fazer.
E então, antes que alguma vozinha emocional surgisse para me deixar ainda mais confusa eu atirei, terminando de vez o que eu tinha para fazer ali no meio do nada, sozinha.





